quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
NATAL
Desejo a todos os amigos um Natal muito Feliz e um Ano Novo glorioso e pleno de realizações!!!
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
SER CIDADÃO
Quando aprendemos que o homem é um Ser Social por natureza, em Sociologia justifica-se o conceito de que ele não consegue viver isoladamente, por isso precisa conviver em sociedade. E, para isso, uma série de requisitos vão de encontro aos bons costumes que conduzem a boas relações sociais. Infelizmente, a educação social que surge como um fator primordial, está deixando a desejar. Os clubes, seja de qual for a categoria, tiveram origem nessa necessidade humana de reunir-se socialmente para manter uma vida saudável com as famílias, numa relação de respeito e cordialidade (desculpem o vocábulo fora de moda). No entanto, a "evolução" dos costumes e os interesses pecuniares levaram ao descaso com a conduta social de seus associados, aliás, administrar tornou-se sinônimo de, unicamente, arrecadar.
Num clube, espera-se que haja harmonia e confraternização principalmente com a participação de crianças recebendo os exemplos que deverão dar continuidade. Mas, tornou-se muito claro que repreender ou chamar a atenção quando o regulamento é ferido criará constrangimento ao associado sem Educação Social e, certamente, ele poderá ser um a menos no quadro da instituição recreativa.
As ofensas pessoais, partindo de alguém que veste a camisa de um clube, chegando ao extremo da morte entre outros absurdos, nos coloca diante da busca de novos conceitos de diversão, o que provavelmente conduzirá ao termo agressão.
Voltando ao real significado de CIDADÃO, aquele que habita a cidade também representa a civilização moderna.
Cabe nas relações humanas uma pergunta:
O que CIVILIZADO tem a ver com EDUCADO ?
Voltando ao real significado de CIDADÃO, aquele que habita a cidade também representa a civilização moderna.
Cabe nas relações humanas uma pergunta:
O que CIVILIZADO tem a ver com EDUCADO ?
domingo, 4 de dezembro de 2016
EFICIÊNCIA E SOLIDARIEDADE
Não é possível ficar indiferente ao exemplo de falta de indiferença dos cidadãos colombianos, diante da ação de entrega com eficiência que demonstraram como profissionais ao socorrerem as vítimas do acidente com o avião que transportava o time da Chapecoense. Num local de acesso dificílimo, em três dias as vítimas fatais já estavam sendo embarcadas para o Brasil cumprindo todas as normas protocolares, exibindo ao mundo um desempenho surpreendente para um pais que ainda caracteriza-se como subdesenvolvido.
Como um fantástico modelo de solidariedade, a força do futebol mais uma vez serviu de união entre dois países que na rivalidade dentro de campo combatem por vezes na condição de gladiadores disputando um título. Porém, perante a comoção do acidente o que vimos foi pura expressão de humanismo dos colombianos que, não abandonaram seu time, mas, exemplificaram o que é o sentido da vida, quando "amar ao próximo como a si mesmo" torna-se possível.
Impressionante em tudo isso é o poder do esporte, principalmente o futebol que conquistou o planeta unindo os povos com disputas sadias, possibilitando até as crianças dos países em conflito sonharem com seus ídolos dos gramados.
Como ser indiferente às imagens de carinho de "los hermanos" colombianos que choraram e sofreram com os brasileiros o drama vivido?
O amor fraterno entre dois povos nunca foi tão claro num momento de extrema necessidade, como que a Mão de Deus pairasse sobre a região atendendo ao último grito do piloto do avião, ao chamar por JESUS...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
O PREÇO DA VIDA...HUMANA
Triste realidade essa, do lucro a qualquer risco. Arriscar a própria vida, tudo bem, levar consigo outras vidas... Mas que mistério conduz alguém a conduzir dezenas de pessoas ao destino final de todos os seres vivos neste cenário que dividimos ? Com toda experiência profissional, dispondo nas mãos do meio considerado mais seguro de transporte, tecnologicamente equipado, como entender o que os técnicos explicam sobre o trágico desfecho do voo da Chapecoense ?
Excesso de autoconfiança ?
Habituar-se ao ato falho, acreditando que jamais irá falhar ?...
Ou, quem sabe, a embriagues do volume de dinheiro adquirido com a exclusividade da especialidade ofuscasse os principais sentidos humanos, a visão e a audição, para deparar-se com o limite da ação...
Só cabe a Deus, como sempre, perdoar tamanha insensatez e acolher a todos no seu reino de Paz e Amor !
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
TAMBORES E SURDOS
Lá na floresta longínqua da África onde as civilizações são diferentes , por serem primitivas, o meio de comunicação é destinado àqueles providos de ouvidos saudáveis. Os tambores soam com suas mensagens para aproximar as tribos, cujas inteligências apresentam peculiaridades aliadas à natureza que permite o entendimento e a decifração. Indiretamente, por meio de códigos, o receptor decifra a mensagem, após ouvi-la e interpretá-la nos padrões e convenções dos costumes inerentes à primitividade.
Os tambores não são para surdos.
A civilização que vivemos nos apresenta outro grau de comunicação. Grau elevado, que se ramifica em vários meios condutores das mensagens. Temos tambores mais sofisticados para comunicar com os mais variados ouvidos. No entanto, apesar da técnica avançada, nossos tambores não são capazes de transmitir as mensagens comuns. Isto porque, a surdez impede que a mensagem seja receptada.
Nossos tambores representados pelos jornais, revistas, rádios e televisões, por mais que ecoam suas mensagens, não conseguem romper a barreira da surdez.
As notícias que se repetem ao longo dos anos, são transmitidas pelos tambores da civilização muito distante dos primitivos. Porém, na primitividade, os tambores comunicam mas na modernidade a peculiaridade do não primitivo intercepta a mensagem e ouve com ouvido de mercador.
Dispomos de avançados meios de comunicação. Todavia, tambores não são para surdos.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
TRÊS PODERES
No mês de aniversário da implantação do regime republicano no Brasil, que nos concedeu um feriado, é inevitável não citar a figura do ilustríssimo Rui Barbosa, coautor da República. O primeiro Ministro da Fazenda a encarar as questões econômicas de um Pais com poucos anos de vida independente, nos derradeiros anos de 1880.
Com o fim da monarquia, o poder distribuído em três, teoricamente confirmava a necessidade de melhor governar esse imenso Pais. A expectativa de um governo na República está na harmonia entre os poderes, que resultará na satisfação de sua nação. Como na prática a teoria é outra, o que se vê não corresponde a lógica de um poder republicano que racionalmente defenda os interesses da coisa pública. Lamentavelmente, cada Poder puxa a brasa para sua sardinha, em nome da Egocracia, deixando o público alvo de toda governabilidade queimando na fogueira.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
OS URUBUS TEM FOME
Inacreditável ! Em um momento que o Pais é convocado a sacrificar sua população com necessárias medidas de controle econômico, como consequência de sucessivos assaltos aos cofres públicos, assaltantes esses caracterizados como abutres brasileiros, novo golpe contra o cidadão carioca é revelado. Aproveitando o feriado de finados, urubus representantes do "povo" na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro decidem aprovar aposentadoria de 15 mil reais, enquanto os servidores sofrem com a falta de perspectiva de receberem seus salários e aposentadorias, conquistados pelo empenho e dedicação profissional. Muitos, inclusive, tiveram redução de salários. Medida esta que não afetou aos dignos representantes.
Ao que parece, a fome dos urubus é insaciável, mesmo representando os cidadãos que agonizam com a falta total de todos os serviços públicos essenciais.
A verdadeira transparência aos olhos da população é a do memorável Chico Anísio em Justo Veríssimo: "o povo que se exploda..."
Ao que parece, a fome dos urubus é insaciável, mesmo representando os cidadãos que agonizam com a falta total de todos os serviços públicos essenciais.
A verdadeira transparência aos olhos da população é a do memorável Chico Anísio em Justo Veríssimo: "o povo que se exploda..."
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