quinta-feira, 23 de março de 2023

OBJETO DE ESTIMAÇÃO

No futuro não muito distante o domínio da vida tecnológica possivelmente estará consolidada. Sem pretenção de previsão futurística mas considerando a velocidade do avanço, a ciência e a tecnologia deixou há muuito tempo o andar da carruagem para trás e acelera os batimentos cardíacos da humanidade movida por anseios de um objeto cada vez mais avançado. Quem sabe os robôs domésticos já estarão a disposição nas lojas de produtos eletrônicos ao lado dos NOTs e NETs para servirem aos humanos, a preços dos consumidores comuns... O robô certamente terá até especiaidades familiares para atender as necessidades da civilização existente. Um robô babá estará nas lojas aguardando os consumidores dispostos a pagarem o preço da falta de seres humanos capacitados para cuidarem de seres da mesma espécie. Como o robô será considerado tão bem programado, a criança poderá até confundi-la com mamãe e papai... Pela velocidade dos foguetes aeroespaciais, o sistema econômico tende a favorecer bons e ótimos rendimentos para alimentar o consumo no avanço da tecnologia próspera, o que poderá significar melhoria nas condições financeiras e menor disponibilidade de tempo para as relações humanas. Por outro lado os robôs estarão disponibilizados também para essa relação, como perfeitas réplicas humanas, amdróides, possivelmente substituindo até os cães de estimação... Esse futuro a partir de 2030 já tem seus primeiros sinais, com a era virtual...

sábado, 18 de março de 2023

OS ABUTRES TEM FOME NA TELEVENDAS

Esse é o titulo de um Bang Bang da era do cinema americano onde os foras da lei dominavam as pequenas cidades em formação no velho oeste norteamericano. Uma época em que nem se imaginava a existência de um telefone e muito menos se sonhava com rádio, televisão e tevê a cabo, bem como internet. A Ciência e a Tecnologia foram desenvolvidas para o progressoo da sociedade mas o crescimento do Capitalismo Selvagem sob o domínio dos recursos financeiros ditando as regras da sobrevivência humana também cresceram, aumentando os assaltos aos cidadãos das variadas formas encontradas nos meios de comunicação que a nova tecnologia permite, devido ao despreparo da maioria absoluta da população desprovida do acesso ao conhecimento e aparelhamento dos recursos tecnológicos. Aí é que entram em cena os Abutres, invasores dos espaços individuais nas internets da nova vida ultramoderna. Por telefone e pela internet, e-mails, SMS e Whatsap a invasão aos direitos e garantias individuais perderam seu valor, porque não há leis capazes de defenderem os cidadãos contra os golpes até mesmo em nome de empresas de comunicação. Se o cidadão não deve nada, os Abutres criam dívidas em conivência com essas empresas... Um exemplo é o fornecimento do serviço de TV Box oferecido em abordagem ao cliente por ligação telefônica ou mesmo quando o cliente manifesta seu interesse em contato com a empresa ao receber o material publicitário com uma promoção. Nada é esclarecido, porque o que interessa em primeiro lugar é a venda. A empresa isentou o cliente de qualquer taxa, sendo apenas cobrado a mensalidade, num valor nos três primeiros meses com desconto e o valor normal a partir do quarto mes. Como a experiência não deu certo na área do cliente, na mesma semana em que o Box foi entregue houve o pedido de cancelamento e agendamento de buscarem o aparelho. Foram informados ao cliente dois agendamentos, não cumpridos. Ao procurar a loja da empresa para devolver o Box inútil, o atendente apenas informou que não poderia receber porque havia pendência de débito de uma taxa de Adesão no valor de 399,00 reais. Surpreso, sem ter havido qualquer informação a respeito na hora da venda, o cliente retornou com o trabmolho inútil para decidir o destino, ficando com uma conta sem jamais fazer uso do serviço contratado e cancelado antes de conseguir instalar... A pergunta que não quer calar, por que não procurou o PROCON ?... Pelo óbvio, porque é órgão que não serve ao consumidor mas sim negocia em benefício próprio, aplicando multas para abastecer seu cofre. E a Justiça ? Melhor ficar calado para não se comprometer, disse o cliente.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Roraima, terra dos Macuxis e Ianomamis, primeiros ocupantes daquela região amazônica, passou a ser alvo da desvalorização da vida animal e vegetal quando sua riqueza natural despertou a cobiça dos exploradores ilegais. Na década de 1980 as terras começaram a ser invadidas pela ação dos garimpeiros legais, uma vez que ainda Território Federal a ação era controlada pelo Governo. Por isso a existência da Praça do Garimpeiro em frente ao Palácio governamental que expressa o reconhecimento aos profissionais do garimpo como a principal atividade econômica fiscalizada respeitando a vida dos primeiros habitantes da terra, dependentes do equilíbrio amiental para sua sobrevivência e preservação da história da Amazônia. O movimento aos garimpos legalizados era tão expressivo que acidentes ocorriam com choques de aviões que transportavam os garimpeiros ao local de trabalho. Alguma ação sempre fugia do controlo da competência governamental sem no entanto causar danos ao meio ambiente e à polução indígena, sendo os acidentes provocados por excessos de aeronaves na rota do gdarimpo. Essa movimentação reunia centenas de veiculos no espaço aéreo do então Território Federal de Roraima A tragédia dos Ianomamis que hoje presenciamos foi anunciada quando a decisão de transformação do Território a Estado da Federação aconteceu com a nova Constituição de 1988. Isso por ser bem sabido pelo cidadão brasileiro que muitos estados vivem em situação de calamidade, com suas populações dependentes da boa vontade política para sairem do estado de abandono. Mesmo sendo a população indígena protegida pelo Governo Federal, a ação de respeito a vida fica a mercê do governante que detém o poder de zelar por aqueles que estão integrados ao meio ambiente legalmente protegido. Caso o governante não tenha essa consciência de fato, a tragédia acontece, como está acontecendo, em consequência do descaso e irresponsabilidade com a vida. Óbvio é que aquele governante que se apodera do poder público em benefício próprio em busca do enriquecimento ilícito, não está preocupado com a vida animal nem vegetal e muito menos com a defesa do meio ambiente. Está sim, com a mente ocupada em acumular riquezas valorizando exclusivamente a exploração predatória, sem medir consequencias. O bom político tornou-se impedido de boas ações porque as leis favorecem ao domínio do mau representante no poder público, militante do Casuismo...

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

A Primeira Guerra Mundial não foi suficiente para despertar na Humanidade o senso da ética nas relações humanas internacionais, capaz de elevar o espírito de fraternide, igualdade e liberdade, que inspirou a Revolução Francesa no século XVIII. Esta grande guerra, pelo contrário, com suas consequencias economicosociais acabou por contribuir para aa Segunda Guerra Mundial em 1939. E somente como um produto desta guerra surgiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, num alvorecer da dormência humana até então vivida em conflitos duradouros. Ao ultrapassar os 50 anosde sua criação como identificar o cumprimento aos direitos Humanos nos tempos do pós guerra ? O derramamento de sangue continua sendo a expressão da luta pelos direitos e garantias do cidadão ? Desde o sangramento de Cristo até os tempos modernos de Chaplin o ideal cristão permanece ferido, apesar de o cristianismo ser a bandeira religiosa dos dominadores.Em nome de Cristo conquistaram terras. Em nome de Cristo empliaram seus impérios, traindo o ideal cristão na fúria do domínio. A Segunda Guerra Mundial nasceu de uma necessidade que a Primeira não satisfez. O que foi destruido no primeiro conflito servira apenas de base para o segundo... As imagens do Holocausto nos campos de concentração não mexeram com os brios cristãos do mundo que, através das nações conquistadoras, criou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Todavia, nem todas as leis belamente assinadas e impressas chegam aos olhos de quem precisa conhecer sua importância. O público alvo das leis é o fraco e oprimido, a quem Cristo defendeu. As leis estão em poder de "Pilatos" que as interpreta segundo sua vontade. "Pilatos" renasce em personagens de perfil ditatorial que ignoram e invadem os Direitos Humanos. No entanto, ao serem submetidos a juizo, buscam amparo legal para suas defesas justamente na Declaração dos Direitos por eles desrespeitados Observamos até aqui a relação dos Direitos Humanos no enfoque sangrento dos conflitos diretos, em que o alvo é dizimado sumariamente. Na nova Revolução Tecnológica os Direitos Humanos permanecem na gaveta, de lá não saindo para evitar o derramamento de óleo das máquinas sustituidas pela robótica. Em meio ao óleo derramado, as lágrimas de sangue dos profissionais que perdem a razão de viver, o seu traalho. Em nosso tempo é comum ouvirmos citações dos Direitos Humanos para melhorias nas instalações de presídios... Não seria melhor defender o aumento da oferta de empregos para impedir o crescicmento da criminalidade ? De que vale a exaltação aos Direitos Humanos pela purificação dos presídios, reivindicando limpeza e conforto, além da redução carcerária (?), como busca de remédios que a conjuntura econômica rejeita sob alegação permanente de falta de verba ? Sempre faltou vontade de solucionar o prolema... Como reduzir a população carcerária ??? Os Direitos Humanos precisam ser comemorados e louvados quando o cidadão puder sair as ruas e transitar livremente com segurança. Quando os idosos forem tratados como seres humanos, sem enfrentarem filas absurdas para prova de vida e rsreceberem seus salários e sem sofrerem abordagens de assaltos nas ruas e nas instituições financeiras de livre acesso aos órgãos públicos, sem conhecimento do cidadão. Quando a indústria bélica falir. Quando o trabalhador sair de férias com a finalidade de desestressar livre do fantasma do desemprego traiçoeiro. Quando o empresários puder honrar seus coquampromissos tributários, semprecisar demitir e nem decretar falência, desde que também possa sobreviver honestamente... O que é possível verificar no caminhar ao centenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos é uma espécie de ascensão e queda dos Direitos e Deveres, ferindo os princípios éticos das relções humanas porque permanece latente a índole da exploração dominadora.

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

BREVE MEMÓRIA DE UM MIGRANTE

Precisamente no mês de setembro de 1972, há 50 anos, aquele garoto de 23 anos chegava em Lages na Serra Catarinense, numas 3 horas de uma madrugada, naquela simbólica rodoviária sob uma neblina londrina. Nada se via. Embarcou na antiga Rodoviária da cidade do Rio de Janeiro, na Praça Mauá, para uma viagem de 19 horas pela empresa de ônibus "Penha" com destino a cidade serrana. No Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, onde trabalhava na Avenida Rio Branco 123 da cidade maravilhosa, os chefes ficaram surpresos com o pedido de demissão daquele jovem que era visto com incentivo a uma carreira promissora, possivelmente sendo aproveitado pela nova composição diretora que assumiria após a negociação de venda da instituição que estava em andamento. Apesar de chegar ao destino com um emprego definido, ao iniciar sua primeira grande experiência como migrante sabia que viveria uma aventura de adaptação climática e social. Sentia-se preparado para enfrentar as barreiras que encontaria porque sua decisão de mudança regional tinha por base a determinação na busca da realização de um sonho, que se resumia em estudar numa cidade mais tranquila e sossegada. Fato esse que só aconteceria unindo trabalho e estudos para alcançar uma independência profissional, que naquela época somente seria possível através das duas forças. No Brasil do Cinquentenário da Independência, em 1972, a juventude sonhava e realizava seus sonhos num clima de competição sadia, afinal era uma década de fantasia e romantismo. Sonhar era sinônimo de realizar os planos traçados. Através da arte, a independência econômica e social era cobrada com o vigor da juventude, sob o comando do regime militar, que ditava as regras. Nem sempre querer é poder, principalmente em se tratando do sistema governamental daquele período de nossa História, quando todo envolvimento cultural era monitorado exigindo um malabarismo intelectual astuto, navegando em "mares nunca dantes navegados". A experiência do primeiro emprego foi gratificante mas não prosperou pelo mesmo motivo que aquele garoto deixou o Rio de Janeiro, considerando que ao vencer a barreira do vestibular para a Universidade da Serra (UNIPLAC) a incompatibilidade de horário de trabalho com o estudo provocou uma decisão de opção. Ir em frente com os estudos como prioridade buscando uma atividade de trabalho compatível e assim continuar com as duas forças, porque uma dependia da outra. Como manter os estudos, sem trabalhar ?!... Após alguns obstáculos na atividade de trabalho durante o ano de 1973, umas janelas se abriram dando origem a grande porta de oportunidade no jornalismo, incialmente na Gazeta de Lages, através do amigo e proprietário Romário Shafhauze (desculpe não saber escrever corretamente o sobrenome) que juntos mantivemos em circulação por cerca de um ano o tablóide semanal. A partir daí as nuvens cinzentas foram clareando a nebulosa jornada daquele jovem sonhador em terras distantes. Porém, uma nuvem muito escura se aproximou de repente no clima do trabalho interferindo nos estudos e na sobrevivência. O amigo Romário vendeu o jornal e o novo proprietário não conseguiu manter o semanário em atividade. Passados alguns meses, o sol voltou a brilhar no ambiente profissional mediante oferta de trabalho por reconhecimento profissional de uns amigos que foram conhecendo melhor a qualidade daquele garoto. Surgiram então as vagas de Repórter da TV Coligadas e Jornal de Santa Catarina, além de Correspondente dos veículos de comunicação da Companhia Jornalística Caldas Junior, principalmente do Jornal Correio do Povo de Porto Alegre-RS. Antes de conluir a Faculdade, o clima de ajuste social já estava favorável, com a participação do jovem carioca na vida lageana integrado aos costumes e as tradições (gaúchas) que caracterizavam a cidade. Sua integração se consumou ao ser acolhido garinhosamente por uma família que o levou ao casamento, passando de um simples migrante a integrante da sociedade local. Ao concluir a Faculdade, foi necessário deixar a cidade pela falta de adaptção ao clima de baixíssima temperatura que o carioca não suportou. Mas seu vínculo com a Serra Catarinense está eternizado pelos laços familiares que o conquistou.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

MARGINALIDADE E CIDADANIA

Num país sob o regime democrático, onde a Constituição é a regulamentação da vida da sociedade, os cidadãos contam com a proteção de sua Carta Magna. O respeito as leis, partindo do princípio da Democracia de que o direito de um indivíduo termina onde começa o do outro, é poder manter uma sociedade em convívio harmônico, equilibrado. Ser cidadão passa a ser um desafio educacional quando se busca viver em equilíbrio, porque o reconhecimento entre indivíduos que são da mesma espécie se faz necessário. No nosso Brasil, amado de todos os tempos, não só agora, a vigência da ignorância cultural ou quem sabe até proposital exalta a marginalidade em deterioração da cidadania. A projeção dos que dasafiam as leis, marginais assim chamados por preferirem viver a margem da Lei, coloca em questão a insegurança dos cidadãos que buscam uma vida digna em subserviência a uma ordem estabelecida pelo conjunto de leis que regem um país. Esses sim são cidadãos que dão preferência a legalidade criada numa Constituição por aqueles representantes que pensaram a Sociedade no seu todo e não em facções. Quando um país vive uma realidade politicamente representada pela manifestação da criminalidade que se acha dominante, dos três poderes da República aquele que urgentemente se faz necessário é o Judiciário que precisa combater a Marginalidade em defesa da Cidadania. Assustador e desigual é o confronto entre o poder púbico que representa o cidadão e a organização criminosa. Porque a representatividade tornou-se refém do volume financeiro cujos olhos não enxergam mais limites. Aderir a Marginalidade é mais lucrativo do que servir a Cidadania, mesmo que prestar serviço seja o dever do representante do Poder Público. A marginalidade do cidadão comum apresenta fatores diversos que o conduzem a situação de fora da lei, ao cair nas garras da Justiça facilmente pela sua origem que envolve pobreza extrema e portas fechadas para uma ascensão social que lhe permita viver dignamente. Numa imensa população desfavorecida, os poucos que conseguem emergir socialmente o fazem por esforço próprio através das barreiras quebradas pela dedicação ao estudo e trabalho. Infelizmente, outros preferem arrombar portas. E a Marginalidade na representatividade pública em descaso ao respeito a Cidadania, pode estar relacionada ao fator caráter ???

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

HOMEM DE BIGODE

Quem teve a oportunidade de ter um bisavô ou um avô e o prazer de ouvir deles o valor moral do bigode, certamennte deve lemrar da história do Homem de Bigode. Deve ter aprendido com os velhinhos a razão pela qual os homens de palavra usavam bigodes para justificar a honradez. Usar bigode não era uma simples e natural aparência de masculinidade. O bigode simbolizava caráter físico e moral. No entanto, é evidente que nos referimos a gerações passadas, quando o bigode era uma "hipoteca da palavra" como se dizia na época. Bastava o jovem bisavô ou avô prometer e selar o compromisso com um fio do seu bigode que a promessa e o crédito eram estabelecidos, firmados. Ninguém colocava em dúvida um negócio selado com o fio do bigode. Foram tempos em que os homens chamados de bem se respeitavam com dignidade e com a simples palavra hipotecada... A transformação do bigode impulsionada pela evolução civilizatória levou homens a assinarem compromissos por escrito. Mesmo assim, quantos são os documentos assinados sem que o seu conteúdo seja respeitado por razões diversas. A palavra, determinando compromisso mútuo e firmado no papel através da escrita, tem menos crédito do que aquela garantida pelo selo do bigode. Existem tantos acordos assinados em nome do compromisso que tornam o papel um instrumento de prova concreta sobre as negociações realizadas ou uma promessa a ser cumprida. O bigode no entanto, não é mais aquele da história do vovô ou do bisavô e nem considerado por quem assina acordos e desacordos. Tivemos muitos bigodes elaborando constituições que não são respeitadas em seus aspectos legais pelos proprios bigodudos responsáveis pela sua elaboração. Temos inúmeros bigodes assinando acordos com a sociedade sem, entretanto, por a palavra escrita em ação. Também, seria querer demais considerar nos dias atuais a palavra, pura e simplesmente, como o único aval de qualquer indivíduo. A levar em conta o cresccimento populacional na multiplicação das cidades e a crescente mudança dos valores definida pelos avanços tecnológicos, o hábito da desconfiança permite até a rejeição de firmas reconhecidas, porque não se sabe se são falsas ou verdadeiras. Recorrer a justiça contra o carátero criminoso coloca o cidadão de bem em situação de vítima duplamente, pelas dificuldades criadas no sistema de defesa da cidadania... Só resta então dar razão ao Vovô e Bisavô, que lamenta a falta de Homem de Bigode.